
Tasca portuguesa · Paço de Arcos
Há histórias que começam com coragem. A nossa continua à mesa.
02Manifesto
Da história à mesa
- 01
Fé
Começou com uma pergunta e uma caneta, antes de existir negócio.
- 02
Trabalho
Construída à mão, por quem nunca teve medo de carregar e montar.
- 03
Receber bem
Servir sem palco e sem aplausos. É assim que se recebe cá em casa.
03A nossa história
“Há homens duros. E depois há os que têm coragem de ter coração.”

Capítulo I: Ele era pintor, ela manicure.
O Léo e a Maiara não sonhavam propriamente em abrir uma tasca. Conheceram o Simão e a Sarah na igreja, onde havia uma coisa difícil de não reparar: os dois serviam como se Deus estivesse a avaliar o trabalho. O Léo fazia tudo — carregava, montava, desmontava, ajudava quem fosse preciso. Tem tamanho e cara de quem resolve uma discussão sem abrir a boca… mas basta tocar-lhe no coração e começa logo a chorar. Diz que é alergia. Ninguém acredita.
Capítulo II: Servir, sem palco.
A Maiara canta na igreja — uma máquina! Mas o que mais chama a atenção não é a voz nem o talento: é a maneira como recebe as pessoas. Pode ter tido o pior dia do mundo, aparece com um sorriso como se estivesse tudo bem. Foi essa forma de servir, sem palco, sem aplausos e sem precisar que alguém estivesse a ver, que chamou a atenção do Simão e da Sarah.
Capítulo III: “Pediu uma caneta.”
Depois do sucesso do Cabra Macho, o Simão e a Sarah perceberam que prosperidade não era acumular — era poder ajudar outra família a construir a sua própria história. Certa noite, durante a oferta da igreja, o Simão virou-se para o Léo: “Tens fé para assinar um cheque de um negócio que ainda nem existe?” O Léo nem perguntou quanto. Pediu uma caneta.
Capítulo IV: Quando Deus entrou nas contas.
Depois apareceu o espaço. O Léo apaixonou-se imediatamente; o preço tratou de lhe passar a paixão. O negócio parecia completamente impossível, mas acabou por fechar de uma forma tão improvável que ainda hoje ninguém sabe explicar. Quando Deus entrou nas contas, até o Excel ficou sem argumentos.
Capítulo V: “Isto ainda vai ter três andares.”
E assim o pintor largou os pincéis e a manicure deixou o seu próprio investimento para apostarem numa coisa que, pouco tempo antes, só existia num cheque. A Maiara acreditou; o Léo acreditou ainda mais. Antes de a tasca sequer estar pronta, olhou para este pequeno espaço e declarou: “Isto ainda vai ter três andares.” Houve silêncio. Até hoje ninguém sabe se foi profecia… ou falta de noção. Mas foi assim que nasceu a Tasca dos Maricas.
Com
- Leonardo Silva Neto
- Maiara Silva Neto
- Simão Dutra Lima
- Sarah Dutra Lima
E se vires o Léo com uma lágrima no olho, não foi do picante — é só mais um dia normal na Tasca dos Maricas.
04Léo & Maiara

Quem recebe a casa
À frente da Tasca dos Maricas estão o Léo e a Maiara, dois rostos que dão identidade, calor e verdade a este espaço. O que se sente aqui não é apenas serviço — é presença, cuidado e uma forma genuína de receber cada pessoa que entra.
Hospitalidade, sabor e coração.
05Os nossos sabores
Da mesa ao balcão, a Tasca dos Maricas celebra sabores portugueses com aquele toque de conforto que apetece repetir.
- 01 / 06

Croquetes
Crocantes por fora, cremosos por dentro.
- 02 / 06

Camarão
Simples, saboroso e perfeito para petiscar.
- 03 / 06

Imperial bem tirada
Fresca, cremosa e ideal para o convívio.
- 04 / 06

Ossos
O prato da casa. Uma especialidade cheia de tradição e sabor.
- 05 / 06

Peixinhos da horta
Um clássico da cozinha portuguesa, crocante e cheio de sabor.
- 06 / 06

Mesa de petiscos
Variedade, cor e partilha à portuguesa.
06O nosso espaço
Entre a madeira, a luz quente, os copos à mesa e a descontração do espaço, tudo convida a viver a experiência com tempo. Aqui, a tasca é tanto o que se come como o que se sente.
Autêntico. Descontraído. Memorável.
07Visite-nos
Não fazemos reservas. Fazemos lugar para boas memórias.
Gostamos de receber quem chega com vontade de viver a experiência, partilhar a mesa e descobrir a casa.






